Se considerarmos a inconsciência coletiva e trouxermos à mente algumas “gracinhas” com que nos brindam certos sujeitos integrantes de instituições “democráticas”: togados legisladores, que usurpam competências do Congresso Nacional;
Promotores de Justiça, procuradores da República e procuradores do Trabalho que se acham governantes, infernizando arrogantemente prefeitos, governadores e o presidente da República;
Defensores públicos acusadores, mais interessados em atacar políticas de governo que ideologicamente os atormentam, do que em desempenhar as atribuições que justificam a existência da Defensoria Pública;
Ministros do TCU que se portam como censores de atos administrativos do governo federal, típicos aprendizes de juízes patrocinadores do ativismo judicial golpista, dentre outros descalabros institucionais e subversivos da Constituição, da lei, da ordem, da funcionalidade dos poderes constitucionais, da federação, da soberania nacional, da representatividade popular e das liberdades individuais, mais elementares do ser humano, como as de ir e vir, reunir-se, expressar-se, autossustentar-se, cuidar-se, orar e viver conforme o plano individual e familiar traçado pelo exercício do livre-arbítrio.
Como vem frisando o presidente Bolsonaro, “por causa da ignorância, meu povo pereceu”.

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