Por sua inocência, fragilidade e impossibilidade de tomar decisões relevantes, as crianças devem ser protegidas pelos adultos.
O brasileiro honra esse dever e repudia abusadores de crianças.
O Governo Federal, seguindo os mesmos valores, fortaleceu o combate à pedofilia e à dessensibilização do erotismo infantil. Combateu as más ideologias que expõem crianças à sexualização e à confusão de identidade.
Foram realizadas operações como a Luz na Infância, a Oneesca IV e Parador 27, resgatando dezenas de menores e prendendo centenas de corruptores.
O Disque 100 e o Ligue 180 foram ampliados e modernizados, atendendo com prontidão as denúncias de pessoas em situação vulnerável.
O Plano Nacional de Prevenção do Risco Sexual Precoce e Gravidez de Adolescentes visa também reduzir as taxas de aborto. Os resultados já são perceptíveis, com a queda de 18% na gravidez precoce desde 2019.
As crianças também devem ser defendidas ainda antes de nascer. Além de ajudar as mães e as crianças já nascidas, o Governo Federal também tem combatido o aborto, posicionando o Brasil em defesa da vida e da família e contra a ideologia de gênero em fóruns internacionais.
Não há desculpas para a destruição da inocência da infância.
Proteger as crianças é preservar o nosso futuro.

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