Criado no início da crise da Covid-19, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte forneceu crédito a empresários e permitiu a preservação de milhões de empregos.
Além de entender como essencial todo trabalho honesto, que leva o pão de cada dia aos brasileiros, com medidas como essa, o Governo permitiu que mais de UM MILHÃO DE EMPRESAS suportassem os efeitos do inconsequente "fecha-tudo" imposto em alguns locais.
O PRONAMPE já proveu + de R$ 63 BILHÕES a empresas, permitindo que milhões delas não quebrassem e milhões de empregos não se perdessem.
Agora, com a sanção do PL 3.188/21 pelo Pres. Jair Bolsonaro, a iniciativa, já tornada permanente, ganha melhores condições de sustentabilidade
Entre as novidades, a possibilidade de que os recursos não utilizados do Fundo de Garantia de Operações (FGO) continuem no Pronampe até 2025, mantendo sua operação contínua, sem esvaziamento.
Antes, os montantes voltariam para o Tesouro Nacional.
Outra mudança é que as empresas não precisam mais cumprir a cláusula de manutenção de quantitativo de empregos, que seria reestabelecida para empréstimos feitos a partir de 2022.
O PL também aprimora o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC) para permitir que empresas de médio porte também sejam beneficiadas.
A margem de receita bruta anual do PEC passou de até R$ 4,8 milhões para até R$ 300 milhões.
Mas, mesmo com a expansão, o Governo do Brasil segue olhando para o pequeno: a medida dá preferência de destinação para empresas com receita bruta de até R$ 4,8 milhões.
Este público deve receber, no mínimo, 70% do valor total contratado.
O mundo todo sofre com a grave crise mundial gerada pela Covid e pelo "fecha-tudo".
O Governo do Brasil segue empenhando todos os esforços para ajudar os brasileiros.
Com o desbloqueio dos recursos do Pronampe, micro e pequenas empresas seguirão sendo auxiliadas. 
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