O Brasil gera 80 milhões de toneladas de lixo ao ano, resíduos sólidos com amplo potencial energético. Por isso, o Governo Federal trabalha tanto para valorizar a produção de energia — através do reaproveitamento do lixo como uma política efetiva — quanto pela correta destinação ambiental deste.
Nas ações dos últimos anos contam-se programas, legislações específicas e desburocratizações. Entre os resultados, 6,3 milhões de toneladas de resíduos coprocessados em fornos da indústria cimenteira entre 2019 e 2021. Isso significa que esse lixo foi eliminado sem gerar novos passivos.
Entre as vantagens desse tipo de procedimento estão a redução das emissões dos gases de efeito estufa, o desenvolvimento de outras tecnologias adequadas de destinação e a geração de empregos diretos e indiretos.
Tem mais! Só em 2021, mais de 53 toneladas de medicamentos vencidos foram remetidas a uma destinação final ambientalmente adequada por meio de 3.634 novos pontos de descarte. O ano marcou ainda a realização do primeiro leilão de transformação de lixo em energia do país.
O projeto soma R$ 520 milhões em investimentos e vai gerar 20 megawatts (MW), o suficiente para atender 320 mil usuários.
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