O Brasil enfrentou décadas de pedagogias ruins e ideologizadas em sua educação, causando altos níveis de insuficiência na leitura e na escrita dos alunos brasileiros.
O analfabetismo funcional é um problema de gravidade nacional.
É considerado analfabeto funcional aquele que, apesar de alfabetizado, não compreende o que lê.
Segundo as pesquisas do Inaf, o número de analfabetos funcionais aumentou de 26,92% em 2009 para 29,37% em 2018.
Segundo os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2016, entre os alunos do 3º ano do ensino fundamental:
- 54,73% tinham níveis insuficientes de leitura
- 33,95% tinham níveis insuficientes de escrita
Com o propósito de corrigir os problemas de alfabetização, em 2019 o Governo Federal criou a Secretaria de Alfabetização, que tem a missão de desenvolver métodos e técnicas para melhorar a alfabetização nacional e envolver a participação das famílias no processo.
Foi instituída a Política Nacional de Alfabetização, abrangendo famílias, professores, escolas, redes de ensino e poder público.
Para o maior envolvimento das famílias, foram desenvolvidos o Programa Conta pra Mim e o jogo GraphoGame.
Com as melhores pedagogias e o envolvimento dos pais, é possível melhorar o rendimento escolar e reverter os números baixos de letramento resultantes do descaso histórico com a educação brasileira.
SECOM
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