quarta-feira, 14 de setembro de 2022

As FFAAs não precisam de autorização do TSE para checar a lisura do processo eleitoral

 



Embora tenha havido negativas de ambos os lados, a FFAAs se preparam sim para fazer uma checagem das eleições. Essa será a primeira vez que elas fazem esse trabalho.

Qualquer pessoa pode pegar os boletins de urnas que ficam disponíveis nas seções eleitorais.

Por ter sido incluída na lista de entidades fiscalizadoras, a atitude soa mais natural ainda.

Chamado de Plano de Conferência da Totalização dos Votos pelos militares o plano se encaixa nas determinações do próprio TSE e não poderia, por isso, ser considerado ilegal ou fora das atribuições das FFAAs, haja vista que elas foram convidadas formalmente.

Ontem o TSE atendeu uma das principais exigências das FFAAs. O uso da biometria em amostragem de urnas.
Seria mais uma forma de atestar a integridade do voto.

Como a Folha de São Paulo noticiou nesta semana, as FFAAS recolherão dados de 385 boletins de urna, com militares fotografando os QR code que se encontram nos boletins e que são fixados em local visível da seção eleitoral.

O objetivo é a certificação de que os dados que chegam ao TSE não sofreram nenhuma alteração durante a transmissão pelas zonas eleitorais e que pode ser checados com os dados disponibilizados pelo próprio TSE.

Segundo militares consultados pelo Blog os planos estão mantidos, haja vista que são dados públicos.

Ontem, dia 13, Moraes e os militares do Serviço de Cibernética das FFAAs tiveram uma reunião a portas fechadas.

Segundo militares ouvidos pelo Blog a reunião foi uma espécie lavagem de roupa suja, embora tenha sido "bastante cordial".

A conversa foi franca, aberta e incisiva de ambos os lados. É possível que mais solicitações das FFAAs seja atendidas por Moraes.


Fonte:www.visãodextra.com.br

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